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29 junho 2011

"GAYVARA"_Por Reinaldo Azevedo (Veja.com)

Vejam esta imagem:
gayvaraDuas organizações gays de Barcelona resolveram promover uma festa em apoio a seus colegas cubanos e fizeram o cartaz que se vê acima. Aconteceu no ano passado. Pois bem. Em Cuba, a luta contra o preconceito, acreditem, também foi estatizada. Está sob o comando do Centro Nacional de Educação Sexual (Cenasex). Quem dirige o órgão? Mariela Castro, filha do ditador Raúl Castro, o anão homicida. O objetivo da festa era justamente arrecadar recursos para o tal Cenasex.
Mas quê… Mariela — que chegou a promover um show de gays e transformistas no teatro Karl Marx, em Havana, no dia 5 deste mês — enviou uma carta às entidades espanholas em que afirmou:
“O Cenasex deseja deixar claro que não tem nenhum vinculo com essas organizações espanholas e rechaça veementemente o uso degradante da imagem de Ernesto Che Guevara, imortalizada pelo fotógrafo Alberto Korda”.
Nada de brincadeira com Che! E muitos dos nossos “progressistas” devem concordar. Já com santo católico, aí tudo bem! Abaixo, seguem duas imagens dos “tarados por santinhos”. Deixo aqui uma sugestão aos gay-paradistas: na próxima, metam batom no Porco Fedorento! No caso dele, seria certamente um traço de humanidade, ainda que falso!
santos-apropriados-por-gays

É Lula 2014, mano! Vixe! Vixe! Mangalô! 3 vezes


(Por Reinaldo Azevedo_Veja.com)
Prometi escrever ontem a respeito e acabei atropelado por outras coisas. Vamos lá. Até porque Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, andou negando, então eu afirmo: o candidato à sucessão de Dilma Rousseff será mesmo Luiz Inácio Apedeuta da Silva. Por decisão da presidente, seu antecessor é o chefe da missão brasileira enviada  à Guiné Equatorial para a Assembléia Geral da União Africana, que discute de hoje até o dia 1º de julho o que, por aqui, está sendo chamado “Empoderamento da Juventude para o Desenvolvimento Sustentável”. Não adianta tentar encontrar esta estrovenga — “empoderamento” — no dicionário. É só uma macaquice ongueira, uma tradução feita com os cotovelos de “empowerment”.
Alguns dizem: “Ah, Dilma está mandando Lula para longe, para dar pitaco lá na África”. Era assim no tempo em que as notícias não corriam com a mesma velocidade que levava “Rosa/ pra aprumar o balaio/ quando sentia/ que o balaio ia escorregar”. É trecho de uma bela música de Gilberto Gil, Parabolicamará. “Elogiando Gil?” O músico e o compositor, não o político e o prosélito. Adiante. É evidente que Dilma está dando palco para Lula. A equação é simples: sempre que ele cresce, ela diminui; sempre que ele avança, ela recua.
Dilma não anda lá muito feliz. Já disse a mais de um interlocutor que herança maldita mesmo, quem pegou foi ela. O que ela teme é o desmanche de uma equação macroeconômica que tem no consumo o seu principal pilar. E vê com certo pessimismo todo o resto. A presidente antevê uma corrosão lenta, mas contínua de sua popularidade e uma grande confusão na economia ali por meados de 2013. Também acha que não terá saúde para uma nova campanha. Não faço alusão velada ao câncer.
O Lula candidato em 2014 vai consolidar essa posição já na eleição de 2012. É ele quem já está cuidando hoje da criação dos palanques nas cidades que o PT considera vitais. E vai com tudo para a campanha. De novo: se ele cresce, ela diminui; se ele avança, ela recua. Dilma só não quer concluir um mandato que termine em vexame, daí a sua insistência em se comportar como uma magistrada, com o reconhecimento da obra de FHC nos 80 anos do ex-presidente ou com nota de condolências pela morte de Paulo Renato. À sua maneira, tem claro que a política pesada, de confronto e de desmoralização dos adversários, que é a essência do petismo, é fardo pesado demais pra ela. Então deixa que Lula transite na política interna como o grande articulador de 2012 e, no cenário externo, como o grande profeta do “empoderamento” dos oprimidos.
Quem aí quer ser presidente da República? José Serra? Aécio Neves? Geraldo Alckmin? Algum outro? Nas circunstâncias de hoje e até onde há visibilidade adiante, vai enfrentar Lula.

26 junho 2011

Morre o ex-ministro de FHC, Paulo Renato, do MEC


Paulo Renato, morto ontem, foi, sim, “um dos maiores homens públicos do Brasil” (Por Ricardo Setti, em Veja.com)

“Foi-se Paulo Renato, (...), um dos maiores homens públicos do Brasil. Foi um grande secretário e um grande ministro da Educação”. É o que diz, em mensagem pelo Twitter, o ex-presidenciável José Serra.
Não é exagero de Serra chamá-lo de “um dos maiores homens públicos do Brasil”.
Paulo Renato, falecido em consquência de um enfarte fulminante num hotel de São Roque (SP) em que passava o feriado, teve uma trajetória riquíssima.
Economista brilhante, com atuação em organismos internacionais, reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), um dos ministros da Educação mais longevos da história da República, duas vezes secretário da Educação no Estado de São Paulo, deputado federal de grande votação, foi ele o introdutor no Brasil de algo sem o qual a educação, ainda extremamente carente entre nós, não sai do lugar: a ideia de avaliação de resultados. Criou o Provão e o Enem, para ficar em dois casos.
E, sem ele, não existiria o Bolsa Educação instituído no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), precursor do Bolsa Família de Lula e Dilma.
Combatido ferozmente por setores do lulo-petismo, a começar por certos sindicatos de professores, seu trabalho ainda será reconhecido como deve. Menos mal que a presidente Dilma tenha expedido nota lamentando sua partida, em mais um gesto de elegância e civilidade para com os adversários políticos.
Diz a nota da presidente:
“Recebi com pesar a notícia da morte do ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza. Economista, ex-reitor da Unicamp e ex-vice presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Paulo Renato prestou relevantes serviços ao País. Neste momento de dor, quero transmitir meus sentimentos a seus parentes e amigos”.
Sua morte precoce aos 65 anos priva não apenas o PSDB, mas o país de um grande quadro, de um homem de bem e de um ser humano gentil e generoso.

Os ladrões do dinheiro público não tem medo de nada...


A abulia dos brasileiros assaltados explica a crescente desfaçatez dos assaltantes (Por Augusto Nunes - Veja.com)

A legalização da gastança criminosa em segredo, decerto a mais obscena das pilantragens infiltradas no Regime Diferenciado de Contratações, vulgo RDC, talvez tenha sido escalada para o papel de bode na sala. Com a remoção do sigilo bandido, os brasileiros que pagam todas as contas podem acabar engolindo sem engasgos, por achá-la menos intragável, a abjeção aprovada pela Câmara. É tudo o que os gatunos querem.
Agir em sigilo é sempre mais confortável, mas furtar com cara de quem presta serviços à pátria é uma das especialidades da turma que organiza, com o olho rútilo e o lábio trêmulo, a Copa da Roubalheira e a Olimpíada da Ladroagem. O texto que regulamenta o assalto aos cofres públicos sem perigo de cadeia embute uma gazua em cada parágrafo. Uma das mais eficazes é a que elimina tanto a apresentação do projeto básico quanto a limitação das despesas. Favorecida pelas duas espertezas, a procissão de “gastos imprevistos” vai produzir milagres da multiplicação do patrimônio de matar de inveja um Antonio Palocci.
Os retoques que conseguiram tornar apavorante um horizonte desde sempre perturbador confirmaram que, para anabolizar a criatividade, nada melhor que a ganância. O deputado Jovair Arantes, do PTB de Goiás, emplacou uma emenda que estende as regras do RDC a todas as obras  executadas num raio de 350 quilômetros em torno de qualquer das 12 sedes de grupos da Copa. Como Brasília vai hospedar uma das chaves, por exemplo, a licença para roubar será estendida a Goiânia, onde Arantes caça votos. Excitada com a ideia, a bancada do PDT radicalizou: propôs a aplicação da malandragem em todo o território nacional.
No país dos desmemoriados profissionais, convém lembrar de meia em meia hora que o orçamento dos Jogos Pan-Americanos de 2007, realizados no Rio, começou em R$ 400 milhões e alcançou estratosféricos R$ 3,7 bilhões. Dez vezes mais. Tanto dinheiro por nada: a infraestrutura da cidade não herdou uma única obra relevante. Como sempre, a discurseira ufanista foi só a senha que anuncia a iminente ofensiva dos quadrilheiros.
O governo e o Congresso tiveram três anos para aperfeiçoar a lei de licitações. Nada fizeram. Deliberadamente, deixaram o tempo passar até que chegou a hora de transformar a pressa em pretexto para a reprise do roubo em escala ampliada. A abulia das vítimas explica a desfaçatez dos reincidentes. Com assaltados que não reagem a ataques sucessivos dos mesmos assaltantes, é natural que os larápios de terno nem confiram se há algum camburão por perto.
Eles nem imaginam que, não faz tanto tempo assim, seus colegas de ofício ao menos temiam que alguém chamasse a polícia.

25 junho 2011

Fotos incríveis (post de Ricardo Setti em Veja. com)

Encontros memoráveis entre personalidades famosas: Chaplin e Einstein, Muhammad Ali e os Beatles, Elvis e Sinatra, Brigitte Bardot e Picasso…
Você já imaginou ver na mesma foto Charlie Chaplin e Albert Einstein ou Martin Luther King Jr. e Marlon Brando? Ou ainda Elvis Presley, Sinatra e Fred Astaire? Michael Jackson e Paul McCartney? Ou, quem sabe, Brigitte Bardot e Pablo Picasso?
Pois o blog Awesome People Hanging Out Together (pessoas incríveis saindo juntas, em português), como o próprio nome já diz, reúne registros de encontros memoráveis entre as mais diferentes personalidades em fotos verdadeiras, e além disso naturais, quase nunca posadas.
O site é colaborativo, qualquer pessoa pode enviar uma nova imagem, corrigir dados ou fornecer créditos.
O jovem Bill Clinton cumprimentando John F. Kennedy na Casa Branca, em 1963
O jovem Bill Clinton cumprimentando John F. Kennedy, Casa Branca, 1963. Trinta anos depois, o jovem estudante se instalaria ali como presidente dos Estados Unidos
Simone de Beauvoir, Jean Paul Sartre e Ernesto ‘Che’ Guevara, em 1960, em Cuba
Simone de Beauvoir, Jean-Paul Sartre e Ernesto ‘Che’ Guevara, Cuba, 1960
Os Beatles e Muhammad Ali por Harry Benson, Miami, 1964
Martin Luther King Jr. e Marlon Brando
Martin Luther King Jr., o grande líder negro dos direitos civis nos EUA, e Marlon Brando, para muitos o maior ator que Hollywood já teve
Charlie Chaplin e Albert Einstein
Gênio encontra gênio: Charlie Chaplin e Albert Einstein
Mick Jagger, William S. Burroughs and Andy Warhol, 1980
Mick Jagger, o escritor beat William S. Burroughs e o multiartista Andy Warhol, 1980
Michael Jackson, Francis Ford Coppola and George Lucas
Michael Jackson com os dois cineastas que foram colegas de classe e depois revolucionaram Hollywood: Francis Ford Coppola e George Lucas
Elvis Presley, Joe Esposito, Frank Sinatra e Fred Astaire
Elvis Presley, Joe Esposito, Frank Sinatra e Fred Astaire
George Harrison e Bob Marley
George Harrison e Bob Marley
Micheal Jackson e Paul McCartney lavando a louça
Micheal Jackson e Paul McCartney lavando a louça
Salvador Dali & Walt Disney
Salvador Dali e Walt Disney
Steve Jobs e Bill Gates
Dois gigantes da indústria, dois arautos do futuro: Steve Jobs e Bill Gates
Paul Newman e Robert Redford jogando ping-pong
Jimi Hendrix e Eric Clapton
Jimi Hendrix e Eric Clapton
David Bowie, John Deacon, Brian May e Roger Taylor , no topo, e a princesa Diana e o príncipe Charles
Hunter S. Thompson, John Cusack e Johnny Depp dirigindo com uma boneca inflável
O jornalista doidão Hunter S. Thompson e os atores John Cusack e Johnny Depp num um esportivo conversível -- e com uma boneca inflável
Brigitte Bardot e Pablo Picasso
Brigitte Bardot e Pablo Picasso
Michael Jackson, Freddie Mercury & John Deacon
Michael Jackson, Freddie Mercury e John Deacon
Frank Sinatra e Grace Kelly
Frank Sinatra e Grace Kelly
Audrey Hepburn e Fred Astaire
Audrey Hepburn e Fred Astaire