No Brasil, onde faltam a cólera e a ira santas, quem, senão elas, hão de expulsar do Templo o renegado, o blasfemo, o profanador, o simoníaco? Ou exterminarão da ciência o apedeuta, o plagiário, o charlatão? Ou banirão da sociedade o imoral, o corruptor, o libertino? Quem, senão elas, a varrer dos serviços do Estado o prevaricador, o concussionário e o ladrão públicos? Quem, senão elas, a precipitar do governo o negocismo, a prostituição política e a tirania? (Rui Barbosa)
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14 outubro 2009
O Incra, o MST e o crime
O aparelhamento do Estado pelos 'companheiros' lulistas tem no Incra a forma mais cabal de como eles se servem do Estado. Para eles, isso é 'legítimo' pois se trata de um 'ente burguês' na sua ladainha ideológica e, por sua ética de finalidade - os fins justificam os meios -, não se dão por rogados de se utilizarem de todos os meios públicos para se manterem no poder. O MST indicou os dirigentes do Incra. É um 'movimento' fora-da-lei porque não tem personalidade jurídica e assim não pode ser acionado pela Justiça contra seus ataques e seus desmandos. Para poderem fazer o que fazem, se aboletam nos órgãos públicos e de lá sacam benefícios para seus 'líderes' utilizando como massa-de-manobra os infelizes desempregados urbanos, que eles proselitizam nas periferias das cidades. Não são 'sem-terra' coisa nenhuma, mas sim sem-vergonhas. Não sabem plantar um pé chuchú, mas sabem destruir as plantações alheias. Se munem de informações privilegiadas obtidas nos arquivos do Incra para depois justificarem os seus fins. Demonizam o agronegócio e sacralizam a 'agricultura familiar', quando aquela torna o país desenvolvido e economicamente estável (dando a Lula seus notáveis índices de popularidade), enquanto esta mantém na subsistência àqueles que de fato produzem (que não são do MST) e são responsáveis, sim, pelos alimentos nas mesas dos brasileiros mas não têm a devida ajuda que deveriam ter pelo simples fato de não se alistarem em seu 'movimento'. Argh!