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04 maio 2012


Por Ricardo Setti (Veja.com) - Seção 
Política & Cia

Os advogados, que conhecem como ninguém as mazelas do Judiciário, homenageiam a ministra Eliana Calmon

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Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça do CNJ: homenagem de quem conhece as mazelas do Poder Judiciário como ninguém (Foto: Cristiano Mariz)
Os organismos representativos dos advogados costumam ser corporativos e, não raro, se opõem a reformas nas instituições que poderiam facilitar a vida do grande público mas vão contra os interesses de seus representados.
Por outro lado, como seu fazer diário é lidar com o Judiciário, ninguém, como os advogados, conhece as mazelas deste Poder da República — mesmo havendo casos em que profissionais saem da linha e agridem a lei que devem defender.
Mas é muito significativo o jantar em homenagem à ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça, que será realizado na próxima quinta-feira, dia 10, no Jockey Club de São Paulo, a partir de 19 horas, com patrocínio da seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil – a maior do país, com mais de 200 mil advogados filiados –, do Instituto dos Advogados de São Paulo e da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP).
Motivo: os “relevantes serviços prestados à Justiçpa e à sociedade como corregedora-geral do Conselho Nacional de Justiça”, cargo que a ministra exerce desde setembro de 2010.
A ministra, mesmo enfrentando por vezes a oposição feroz de colegas magistrados, vem realizando uma verdadeira cruzada pela moralização e pelo melhor funcionamento do Poder Judiciário no país.