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30 maio 2012

Marcelo Ramos apóia greve dos professores da Ufam


Publico integralmente, da forma como chegou, o posicionamento do deputado Marcelo Ramos:

Mesmo afirmando ter consciência dos prejuízos que a greve pode causar à
vida dos universtários, o deputado estadual Marcelo Ramos (PSB) afirmou
estar solidário a luta dos professores da Universidade  Federal do Amazonas
(Ufam), que estão em greve e salientou que apóia o movimento. “Greve não é
boa alternativa para ninguém e deve ser a última forma de buscar direitos.
Entretanto, a  despeito de causar prejuízos momentâneos aos estudantes,
essa é a única alternativa.”, avaliou, completando que chegou a essa
conclusão após buscar informações sobre o movimento.
O parlamentar enfatizou que a decisão do Conselho Universitário  (Consuni)
de instaurar a greve teve um episódio importante. “Essa foi uma votação
histórica, com 32 votos a favor  e apenas cinco contra. Nunca se viu na
história do Conselho uma maioria tão consolidada de administradores das
unidades acadêmicas  sinalizarem o apoio a uma greve”, avaliou Ramos ao
lembrar que já fez parte do Consuni, na época  em que era acadêmico do
curso de direito.
Na opinião do deputado, o professor precisa garantir que  quanto maior for
seu tempo na instituição e melhor qualificação tiver, por exemplo, maior
será seu salário.  “Ele precisa ser estimulado”, avaliou.
O socialista salientou que sua preocupação é porque, diferente do seu tempo
de estudante, a luta era contra o governo do PSDB que arrochava o salário
dos professores, entretanto agora quem faz isso é o governo do Partido dos
Trabalhadores (PT), que muitos docentes apoiaram.  “Infelizmente a conduta
no trato com o Servidor Público  é a mesma de antes, mas a relação  é ainda
 mais difícil porque do outro  lado da mesa de negociação estão antigos
sindicalistas, que dificultam o diálogo e colocam barreiras”, analisou.
“Vivemos um momento em que faltam nas Universidades Federais recursos para
investimentos em pesquisas e contratação de professores, por isso todos  temos
que ter responsabilidade com essa instituição centenária”, conclui.