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30 setembro 2012

Vejam esse pensamento de José Ingenieros, extraído do emblemático livro “O homem medíocre”, utilizado em um texto postado no blog de Reinaldo Azevedo (Veja.com), por Felipe Mora Brasil:
 Como fui vítima disso em meu ex-doutorado, por pura vendeta da parte da coordenadora do curso em conluio com a diretora de minha faculdade e dois professores do curso, resolvi também reproduzir aqui no meu blog, para registro aos pósteros:
 
“O verdadeiro crítico enriquece as obras que estuda e, em tudo o que toca, deixa um rastro de sua personalidade. Os criticastros, que são, por instinto, inimigos da obra, desejam diminuí-la, pela simples razão de que eles não a escreveram. (…) Têm as mãos travadas por fitas métricas; seu afã de medir os outros corresponde ao sonho de rebaixá-los até a sua própria medida. (…) Quando um grande escritor é erudito, reprovam-no como falto de originalidade; se não o é, apressam-se a culpá-lo de ignorância. Se emprega um raciocínio que outros usaram, denominam-no plagiário, embora assinale as fontes da sua sabedoria; se omite a assinalação, acusam-no, por serem vulgares, de improbidade. Em tudo encontram motivo para maldizer e invejar, revelando a sua antipatia interna.”