
Como atestam os garranchos de jardim de infância acima reproduzidos, o
ex-presidente Lula não consegue rabiscar sequer anotações na língua do
país onde nasceu e sempre viveu. Não junta meia dúzia de palavras sem
desferir ferozes pontapés na gramática ou na ortografia. Incapaz de
expressar-se por escrito em português, nada sabe de inglês ─ nem
redigir corretamente um tanquiú. Para ele, qualquer ajuntamento de
vogais e consoantes é grego.
Antes da estreia no The New York Times, o novo colaborador
merecia ser apresentado aos leitores do jornal americano numa reportagem
de pelo menos duas páginas na editoria de Ciência. É o primeiro
colunista da história da imprensa que não sabe escrever em nenhum
idioma.
