Em reunião com Mantega, empresários já falam em crescimento de PIB de 2%, de 1,5%…
Por Adriana Fernandes e Renata Veríssimo, no Estadão Online:
As revisões para baixo das projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, que ganharam força no mercado financeiro, contaminaram também o setor empresarial. Em reunião nesta quarta-feira com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, dirigentes dos 30 maiores setores da economia previram que a alta do PIB este ano dificilmente passará de 1,5% a 2%, expansão bem abaixo dos 3,5% previstos pela equipe econômica.
As revisões para baixo das projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, que ganharam força no mercado financeiro, contaminaram também o setor empresarial. Em reunião nesta quarta-feira com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, dirigentes dos 30 maiores setores da economia previram que a alta do PIB este ano dificilmente passará de 1,5% a 2%, expansão bem abaixo dos 3,5% previstos pela equipe econômica.
Apesar dos
sinais de retomada dos investimentos, os empresários aumentaram as
críticas ao custo elevado da produção e pediram mais medidas para
destravar a economia. Mesmo os dirigentes dos setores que foram
beneficiados com redução de tributos, como as indústrias
automobilística, têxtil e da construção civil, se disseram insatisfeitos
com a ação do governo para enfrentar os entraves para a redução dos
custos no Brasil.
O
presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo
Safady Simão, afirmou que o governo precisa reagir e que a expectativa
de um PIB menor mostra que as medidas já adotadas não foram suficientes.
“Um crescimento de 1,5% a 2% não é o pibinho do ano passado, mas é um
PIB pequeno”, disse Safady. (...)